Cinco dicas para manter o câmbio automático em ordem



Foto: Divulgação



Cerca de 53% dos veículos produzidos no Brasil são oferecidos com a opção de transmissão automática, que não exige trocas de marchas e utiliza um conjunto de engrenagens onde uma única peça, aliada a um conversor de torque, faz o papel da embreagem.


O modelo em alta no mercado é o automático de dupla embreagem, onde um disco de embreagem maior aciona marchas pares e a marcha à ré, enquanto o disco menor fica responsável pelas ímpares.


Enquanto uma marcha está engatada, a próxima já está pronta para entrar em ação. Os câmbios automatizados, CVT e automático tradicional são os mais comuns no país.


Professor de engenharia mecânica da Anhanguera, Ricardo Crivelini Ribeiro explica a diferença: “Nos câmbios automatizados, um sistema eletrônico aciona a embreagem e, depois de analisar velocidade e a rotação do veículo, ocorre as trocas automáticas graças aos sensores hidráulicos. É como se um robô fizesse a troca das marchas para você. Já o CVT, conta com uma estrutura de correia e polia, algo semelhante com o sistema de uma motocicleta sem marcha.”


O engenheiro listou cinco dicas para os donos de veículos com esse tipo de transmissão evitarem problemas:


1. Troca de Lubrificante


Se for com fluido mineral, é recomendado verificar a cada 30 mil km rodados. Para os sintéticos, até 50 mil km. Lubrificante escuro é sinal de contaminação e perda de propriedades.


2. Carro “morrendo”


O carro parece estar fora do ponto ou trepidando? Suspeite. Carro automático não morre.


3. Temperatura


Confira se o líquido de arrefecimento do motor ou o nível da água do radiador está em ordem. Se o motor entrar em aquecimento, o câmbio pode superaquecer e ter componentes avariados.


4. Troca do filtro ou tela


Quase todas as transmissões automáticas contam com um filtro ou uma tela. É importante que ela seja lavada ou trocada quando se substitui o fluido da transmissão.


5. Evite arrancar com o veículo


Os mesmos cuidados indicados para os modelos manuais se aplicam aos automáticos. Tentar arrancar usando o freio e o acelerador ao mesmo tempo faz o conjunto trabalhar muito quente, prejudicando a vida útil do sistema.



Fonte: Autoesporte

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